Antes de mais nada gostaria de esclarecer que o tÃtulo desse post é meramente uma metáfora. Ela se refere a certas situações no dia-a-dia onde uma ou mais pessoas afim de resolverem um problema criam mais problemas, ao invés de manter a simplicidade na solução do problema.
Vamos aos fatos:
Há um problema que deve ser resolvido, na maior parte das vezes simples, há também interessados em resolver este problema, e na maioria das vezes há alguém querendo complicar tudo, talvez achando que quanto mais complicada a solução maiores serão seus méritos, mas o que na verdade faz é gerar mais problemas.
Por que Tosa de Porco ?
Bom, essa expressão é um “ditado” lá do bom e velho Rio Grande do Sul, que diz que algo está como “tosa de porco: pouco pêlo e muito grito”, ou seja, se fala demais, é perdido muito tempo em algo que está óbvio, prática comum entre pessos de ego inflado ou que necessitam diariamente de doses de reconhecimento por parte de colegas de trabalho e seus “chefes”. Não que isso chegue a ser defeito em uma pessoa, pois todos nós somos humanos, mas por favor, precisa fazer reunião pra decidir até a quantidade de pó a ser colocado no café da equipe? (rsrs)
A solução
Sem tosar nenhum porquinho, vamos rapidamente a solução. Você tem um problema, precisa partir do ponto A até o ponto B, a boa e velha matemática nos ensina que a menor distância entre dois pontos é uma reta, pronto, sem rodeios ou voltas parta em linha reta a solução do problema, sem criar mais variáveis dentro do mesmo problema. Como já dizia a Navalha de Occam:
- pluralitas non est ponenda sine neccesitate (pluralidades não devem ser postas sem necessidade) *
- entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem (as entidades não devem ser multiplicadas além do necessário). Esta frase foi cunhada em 1639, por John Ponce de Cork. *
O blogdoxorna.com.br não tosou nenhum porquinho sequer ao postar esse artigo.
* Fonte: Wikipedia